ÁVIDA VIDA

Um livro que se abre como um ventre, trazendo à luz o que se passa na interioridade vasta de Maria Elizabeth Candio, poeta que parece dançar e cantar enquanto escreve, pois que seus ritmos se espraiam, nos envolvendo e conduzindo pela vida ávida dos seus cânticos. Sim, uma poesia que se encorpa de encantos simples e raros, em que o tempo e os elementos deslocam os substantivos para a categoria de verbo, não um verbo qualquer, um verbo que substancia sentimentos. É como se nos dissesse: receba estes poemas como dádivas que te vidam.

AUTOR : Maria Elizabeth Candio

Categoria : Poesia

SOBRE AUTOR

Maria Elizabeth Candio

Maria Elizabeth Candio é professora e poeta paulistana. Formou-se em Letras e Tradutor e Intérprete, aperfeiçoou-se em Literatura Brasileira – fase modernista (Quando então se apaixonou pelos chamados autores da geração de 45…) e cometeu mestrado em Literatura Comparada, no qual focalizou o poeta João Cabral de Melo Neto, uma de suas paixões.

Ainda na faculdade, teve alguns poemas publicados na antologia Fruto Mulher, que reuniu algumas poetas inéditas, em 1982. Em 1986, lançou seu livro individual de poemas Canção Necessária, em pequena tiragem. Era, todavia, um grande sonho realizado. A partir de 1987, participou de diversos concursos literários e de duas oficinas de poesia, enquanto iniciava a preparação deste seu Ávida Vida, o qual finalmente vem à luz, exatos trinta anos depois.

"Livro incrível , não conseguia parar de ler , ele nos envolve de uma forma indescritivel"
Evelyn Duncan
USA Today
"Gostei muito dos poemas desse livro realmente inspirador."
Kelli Marconi
Mashable

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Poesia

ÁVIDA VIDA

A senda mística entreabre-se com ondinas, salamandras, gnomos e sílfides, mesclando-se às cores, como que quisesse nos envolver no misterioso diálogo da sua existência, cuja origem não está no passado, mas no renascimento em pleno presente, sobre algo intangível que se valida pela beleza. A impressão que fica é que a vida se colore mais quando se vale dos sentidos mais abstratos e tênues. Com esse grau de pureza sutil, a poeta Maria nos apresenta suas querenças mais ambiciosas: ser sua própria mãe com o codinome de Deus.

"Sou arqueiro que hesita ante a visão do alvo "

Maria Elizabeth Candio

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