Aguardente para Borboletas

Escrever é um ato de resolução. Ninguém escreve à toa. Tudo o que pensamos vem em
forma de sentimento e palavra e para entender essa ponte escrevemos.

Marisa Rodrigues faz isso de modo sintomático e obsessivo – sim, há que existir obsessão na escrita – e tudo o que ela diz é maior que ela. Os poemas em prosa ou prosas fluidas nascem aos borbotões para tentar aplacar o que vem primeiro, o sentimento ou a palavra e com isso falar de sua história, revolta, nascimento, feminilidade, vontade, livramento.

AUTOR : Marisa Sevilha Rodrigues

Categoria : Poesia

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marisa sevilha rodrigues

SOBRE AUTOR

Marisa Sevilha Rodrigues

Jornalista, poeta, assessora e consultora de comunicação. Formada em Letras pela Unesp (Assis – SP) e em Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero, Marisa Sevilha Rodrigues é especialista em marketing digital pela Madia Mundo Marketing e co-fundadora dos canais universitário e comunitário de São Paulo, autora do projeto TV OAB/SP; autora, apresentadora e editora do programa Conheça os Seus Direitos (TV OAB/SP), ex-repórter e editora das revistas Vejas Regionais, Veja São Paulo, freelance para Vogue, Criativa, Folha de São Paulo, entre dezenas de boas casas do ramo. Atualmente, CEO da Taxi Blue Comunicação Estratégica, também é publisher do portal Pan-American Agro. Autora de dezenas de blogs de poesia, crônicas, jornalismo literário e feminino, como Benvindos ao Prato de Cerejas, com mais de 30 mil seguidores, de onde surgiu o selo Prato de Cerejas, e a Coleção Prato de Cerejas, em parceria com a editora de ebooks e-galaxia.

Com quatro livros publicados: Anjo Descalço (1981), Maestro de Sonhos (1983), Cerejas Azuis da Meia Noite (2015) e agora Aguardente para Borboletas (2017), além de muitas participações em antologias, brasileiras e internacionais, saraus, eventos literários, exposições poéticas, Marisa Sevilha Rodrigues já consolidou seu nome na literatura brasileira contemporânea, pois sua incursão pela poesia já dura mais de três décadas, o que não se pode mais chamar de hobby, ou coisa de poeta bissexto, mas sim, de um compromisso com a escrita poética, em qualquer circunstância. Claro que ainda não sobrevive de poesia, mas vive para exercê-la, em toda a sua plenitude. Se não está escrevendo, está se deleitando com a poesia de seus poetas preferidos, ou recém conhecidos, como esses que integram essa segunda edição da Coleção Prato de Cerejas, que, sob a sua curadoria, chegam agora a todas as megaestores do planeta, para êxtase dos leitores.

"Livro incrível , não conseguia parar de ler , ele nos envolve de uma forma indescritivel"
Evelyn Duncan
USA Today
"Gostei muito dos poemas desse livro realmente inspirador."
Kelli Marconi
Mashable

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Poesia

Aguardente para Borboletas

Marisa adverte quem lê porque poeta ou não a poesia a transforma. Ela fere de morte os que permeiam seus versos à procura de candura e encontram lacerações. A alma sangra e esse sangramento é palavra.

Urbe et orbi devemos saber que a poesia tem uma função dupla: a de ser escrita e de escrever quem a escreve. E de escrever quem a lê. O poema gruda na retina e de lá não sai. Para sempre a emoção da leitura vai ficar no leitor que não se livrará do poema mesmo que não o lembre. Poesia é transcendental e persecutória. Vive enquanto nos lembrarmos dela.

" Todos os dias, levanta-se bem cedo, a Mulher Azul. Seus braços longos são janelas oceânicas que ela escancara sobre a imensidão do mar. . "

Marisa Sevilha Rodrigues

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