ARMINDA:um rio caudaloso de emoções
- MARISA SEVILHA RODRIGUES
- 27 abril 2026
Arminda: a mulher que lava, ama, perde — e se levanta Por Marisa Sevilha Rodrigues Há histórias que começam como
O espelho do presente
- MARISA SEVILHA RODRIGUES
- 24 março 2026
Pequeno ensaio literário sobre Os Dias que Foram e os que Ainda Não Vieram, de Roberta Cavalcanti Por Marisa Sevilha
- Crítica Literária
- literatura
- literatura americana
- literatura latino americana
- livro inédito
- poemas
- Poesia
- ´poesia
Letra Empunho: escrever também é
- MARISA SEVILHA RODRIGUES
- 30 janeiro 2026
Letra Empunho, de Gustavo Florêncio Fernandes (Editora Patuá, 2025) Letra Empunho é um livro que toma a palavra como gesto.
Vontades Incompletas
- MARISA SEVILHA RODRIGUES
- 30 janeiro 2026
Vontades Incompletas, de Edylane Eiterer (Editora Patuá, 2025) Vontades Incompletas é um livro que se constrói a partir da falta

ARMINDA:um rio caudaloso de emoções
Arminda: a mulher que lava, ama, perde — e se levanta Por Marisa Sevilha Rodrigues Há histórias que começam

O espelho do presente
Enquanto lia Os Dias que Foram e os que Ainda Não Vieram, de Roberta Cavalcanti, uma imagem me acompanhava silenciosamente: a de um espelho. Um espelho é um objeto curioso — ele nunca nos permite olhar para o passado nem para o futuro. Diante dele, só existe o instante que acontece agora. O reflexo não guarda memória nem faz promessas. Ele apenas devolve o presente.

Letra Empunho: escrever também é um modo de agir
Letra Empunho é um livro que toma a palavra como gesto. Publicado em 2025, o volume reúne cerca de uma centena de poemas curtos e médios que exploram a escrita como ação — como empunhadura simbólica da linguagem, capaz de tensionar identidade, corpo e posicionamento no mundo. O título já anuncia essa dupla dimensão: escrever é, também, um modo de agir.

Vontades Incompletas
Vontades Incompletas é um livro que se constrói a partir da falta — e faz dela matéria poética. Publicado em 2025 pela Editora Patuá, o volume reúne mais de noventa poemas em versos livres e marca um momento significativo na trajetória de Edylane Eiterer, lançado no mesmo contexto de sua posse na Academia Juiz-forana de Letras, fato que reforça o reconhecimento institucional de uma voz já madura e singular.

Uma travessia entre ruínas, consciência e encontro
A narrativa se passa num século que se estende até o ano 2100, quando a Terra se aproxima de um colapso definitivo — fruto de pandemias, tragédias climáticas e um modelo civilizatório que, em sua ânsia de progresso, devastou os próprios alicerces que sustentavam a vida humana.

Eu “odeio” Chico Buarque de Holanda
Cerca de 99,9% dos brasileiros são aficcionados pelas canções do cantor e compositor Chico Buarque há décadas. Po isso, quando alguém ousa dizer que o “odeia”, no título de um livro, isso pode soar até ofensivo, mesmo que esse ódio venha entre aspas. A força de Eu “Odeio” Chico Buarque de Holanda”, de Fernando Mundim Veloso, já começa, portanto no seu próprio título, que nos arranca da cadeira ou de onde estivermos, para pegá-lo nas mãos e entender, melhor, do que se trata.

Leque de Pássaros
meu pai equilibrava-se sobre as correntezas da vida: em uma mão, trazia um vaso de alabastro e, na outra,

FLIP 2023 Autora Homenageada:Pagu
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Edital de Convocação: 3a. Coleção Prato de Cerejas
O coletivo literário Prato de Cerejas, que celebrou sete anos de existência e lançou duas coleções de sucesso, convida

A importância da Participação Colaborativa: DNA do Coletivo Literário Prato de Cerejas
A participação colaborativa é um elemento fundamental dentro de um coletivo, e no projeto literário Prato de Cerejas, essa prática é valorizada e enraizada em seu DNA. Compartilhar vai além de simplesmente dividir algo com os outros; é uma atitude que promove a conexão, o crescimento mútuo e a criação de laços sólidos. Neste artigo, exploraremos a importância de compartilhar e como esse princípio tem sido fundamental para o sucesso e o espírito colaborativo do Prato de Cerejas.

Quem é Victoria Emelina, escritora ucraniana, vítima de crime de guerra que ela ajudou a denunciar
Victoria Emeline, 37 anos, escritora ucrâniana morreu no último domingo, 2/7,em decorrência de ferimentos causados por um ataque russo na cidade de Kramatorsk, no leste da Ucrânia, que deixou, na hora, pelo menos nove mortos e 56 feridos, entre os quais crianças, faz parte de uma geração de jovens ucranianos que está arriscando a vida para defender seu país. Nascida em 1º de fevereiro de 1986, em Lviv, na Ucrânia, ela se mudou para o Canadá na adolescência, com o pai, mas logo eles voltaram para o seu país de origem. Longe da guerra e sob o impacto da fuga, editoras ucranianas querem compartilhar histórias Victoria estudou ciência da computação, trabalhou com TI. E passou a se dedicar exclusivamente à literatura em 2015.

CLAUDIO WILLER RECEBE HOMENAGEM PÓSTUMA NA CASA DAS ROSAS
( A tribo willeriana homenageou neste sábado, 1/4, com leituras do livro Poemas para Ler em Voz Alta, recém








