VIL AMOR

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VIL AMOR

Teu corpo como um livro Tatuado,
Vivo
Eu leio como um cego
Deslizo sobre o vidro
Desmonto como um lego
Espalho sem juízo
O coração entrego
Perverso paraíso.
Se vício você fosse
Um breve amor bonito
lascívia agridoce
Instante infinito
Vazante que me trouxe
Suave como um grito
Delícia de açoite Gemido.
Quem tu és? quem eu sou?
Um revés, um torpor
Mar nos pés,
visgo e dor Vil amor
Um dragão revelado
tatuado no teu ventre

O espelho do presente

Enquanto lia Os Dias que Foram e os que Ainda Não Vieram, de Roberta Cavalcanti, uma imagem me acompanhava silenciosamente: a de um espelho. Um espelho é um objeto curioso — ele nunca nos permite olhar para o passado nem para o futuro. Diante dele, só existe o instante que acontece agora. O reflexo não guarda memória nem faz promessas. Ele apenas devolve o presente.

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Letra Empunho: escrever também é um modo de agir

Letra Empunho é um livro que toma a palavra como gesto. Publicado em 2025, o volume reúne cerca de uma centena de poemas curtos e médios que exploram a escrita como ação — como empunhadura simbólica da linguagem, capaz de tensionar identidade, corpo e posicionamento no mundo. O título já anuncia essa dupla dimensão: escrever é, também, um modo de agir.

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O que acharam do livro

Alguns depoimentos

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