Você desabotoou minha garganta.
Que eu abrisse todos os casulos.
Soltasse as borboletas que recém nasciam.
Vestiu minha pele de pele de pássaro. E lua.

ARMINDA:um rio caudaloso de emoções
Arminda: a mulher que lava, ama, perde — e se levanta Por Marisa Sevilha

