Em peixes de estimação
inclino-me tempo de escamas
Alvoroço vértebras insustentáveis
às defesas da carne,
Não sei mais das vésperas
que guardavam o resto.
O futuro descuidou de minha fé:
escaparam os anjos que eu tinha.
Isólithus: jamais terei a sorte dos peixes,

O NAUFRÁGIO DO NAVIO PRESIDENTE VARGAS
O navio afunda.
Mas quem emerge das águas são as mulheres do Marajó, os pescadores, as lendas, os encantados, a solidão amazônica e um Brasil que raramente aparece nos jornais, nos romances ou nos debates nacionais.
É exatamente isso que acontece durante a leitura de O Naufrágio do Navio Presidente Vargas, de Rosieli Mendes Cruz.

