Escritora paraense vai para Bienal Internacional do Livro com “Trilhas- A poesia de Rose White”

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Escritora paraense vai para Bienal Internacional do Livro com “Trilhas- A poesia de Rose White”

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A escritora diz que se sente feliz e honrada em participar de um dos maiores eventos de literatura do país

O livro “Trilhas- A poesia de Rose White” está levando a escritora paraense Rosicléia Margalho Ferreira para a 26ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo, no próximo mês de julho. A escritora diz que se sente feliz e honrada em participar de um dos maiores eventos de literatura do país.

Rose é conhecida no mundo das letras e da gastronomia como a poetisa do vinho e o convite para participar da Bienal partiu de André Boccato, chef de cozinha. “Eu fui convidada por ele por causa dos poemas sobre vinhos que eu faço. E lá vai ter um espaço de debate entre chefs do Brasil e do mundo, além de jornalistas e blogueiros. É muita gente envolvida na gastronomia. Vão ter poesias de vários autores da nossa literatura brasileira”, explica a escritora.

O título de poetisa do vinho foi dado a partir de diversos poemas que a escritora vem colecionando dentro do universo de vinhos. “Não são apenas os sabores de vinhos que me inspiram. A poesia nasce quando eu vejo uma imagem, um quadro, uma fotografia, uma taça, um rótulo. E como eu sempre frequentei confrarias acabo me inspirando e produzindo esse tipo de poema”, acrescenta Rose White.

No ano passado, a escritora lançou “Trilhas- A poesia de Rose White”, um livro que surpreendeu seus seguidores por não se tratar apenas de vinhos. O livro reúne poemas, contos e crônicas de assuntos diversos e que também inspiram a escritora. “Muita gente achava que o meu primeiro livro seria apenas com poemas de vinhos, mas não foi. Eu realmente tenho esse projeto, mas que ainda vai ser colocado em prática”, explicou a escritora.

Rose é fisioterapeuta, mas diz que a escrita em sua vida sempre esteve presente. Mas ela conta que mergulhou de forma mais profunda nas palavras quando passou por um processo de recolhimento em sua vida. “Foi um momento em que eu estava com problema de saúde e a escrita me salvou, pois foi escrevendo que me sentia bem”, diz.

Quando começou a pandemia do novo coronavírus, Rose resolveu usar o tempo de isolamento para colocar o projeto do livro em prática. “Foi um momento de isolamento, mas que me possibilitou de concretizar esse trabalho, que era algo que eu queria muito. Eu divulgava o que escrevia pelas redes sociais”.

Rose conta que recebe muitos pedidos de pessoas para fazer poemas e diante de tantos pedidos ela passou a presentear algumas pessoas com o seu trabalho, pois ela diz que é uma forma original de homenagear quem ela gosta.

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é o palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. Esse reencontro está marcado para os dias 02 a 10 de Julho no Expo Center Norte com uma programação multicultural abrangente mesclando literatura, gastronomia, cultura e negócios.

Este ano, o evento tem como Convidado de Honra – Portugal, para celebrar os 200 anos da independência do Brasil.

Fonte: O Liberal

Curadoria: Prato de Cerejas

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