Ventre de Vênus

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Ventre de Vênus

mergulho em ti na noite rosa

e  retorno à tona com minha boca cheia de escamas

dos peixes líquidos, engolidos a cada amanhecer:

lençóis de algodão, umbigo oleoso & piercing inflamado

teu corpo se desenrola prá mim em pergaminhos de tatuagens

florzinha passarinho dragão

 São Jorge anjo  foice martelo

os desenhos flanam na superfície da sua pele

e desembarcam nas planícies ao sul de Creta;

como um Ulysses cansado da guerra, você dorme

enrodilhado em concha,

sonhando com o ventre de Vênus.

no outro dia, o bárbaro se levanta

disposto a navegar

os mares bravios, outra vez.

beija-me os mamilos,
e deixa-me outra vez à espera dos peixes líquidos,

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de escamas coloridas

que virão do fundo do oceano,

enroscar-se nos meus lábios-anzóis,

onde tatuei a palavra boca

Marisa Sevilha Rodrigues

Imagem: Alessia Ianetti 

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